Mostrar mensagens com a etiqueta Jardins em Miniatura. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Jardins em Miniatura. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Jardim Zen em Miniatura



Resolvemos criar no final do 3º período um mini jardim Zen. Como se sabe os jardins Zen seduzem, principalmente, pela sua limpeza e linhas simples.
Cada um dos elementos encontrados num jardim Zen tem o seu próprio simbolismo, sendo que a areia e a gravilha representam a água que, por sua vez, simboliza a paz e a tranquilidade da mente e do espírito.
No fundo, quando se cria um jardim Zen, pretende-se um cenário visualmente agradável, um jardim minimalista e por isso, devem-se escolher poucos elementos, sem encher demais o espaço, que acentua a fluidez das linhas e dos objectos.

Para o criarmos o nosso jardim Zen, resolvemos procurar uma imagem na internet, para nos inspirarmos. Procurámos em seguida um recipiente adequado (no nosso caso, um tabuleiro de plástico), que se encheu com areia de 2 cores (clara e escura) até cima. Dividimos o tabuleiro em duas partes, uma para a areia branca e outra para a areia escura. Utilizando uma espátula, distribuímos a areia branca e depois a areia negra uniformemente.
As rochas são peças fulcrais num jardim Zen e simbolizam as montanhas como elemento predominante da natureza. Para o nosso jardim Zen optámos por pequenas pedras brancas de vários tamanhos, que fizemos submergir, parcialmente, na areia.
As pedras não devem ser colocadas no centro do recipiente, mas sim, mais para os lados. Diz-se que para ter sorte, deve utilizar-se um número de pedras impar, posicionando-as assimetricamente. Tradicionalmente, os arranjos Zen são compostos por cinco grupos de três pedras cada.
Os budistas acreditam que cada pedra tem uma “face feliz”, e para isso foi escolhido o “melhor lado” de cada uma delas. Finalmente a estes vários elementos juntámos um elemento final verde, uma pequena planta imitando um bonsai.

Trabalho elaborado por: Alexandra, nº 1 e Jorge, nº 23.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Uma Paisagem Africana


Durante o 3º Período, nós o grupo dos Jardins em Miniatura, escolhemos fazer uma Paisagem Africana.

Primeiro efectuámos uma pesquisa relativamente às características da paisagem africana, bem como as espécies vegetais e animais características desta região do Mundo.

A flora de África varia de acordo com o nível das precipitações. Na costa oriental, as chuvas são mais abundantes e a sua vegetação é tropical e por isso muito abundante. No litoral meridional, dominam as coníferas, os louros do Cabo e os encantos.

O interior africano, escolhido por nós, é quase todo coberto por pastos de ervas selvagens, a savana, e o Oeste é coberto por uma vegetação rasteira típica das zonas áridas.

A fauna comporta numerosos mamíferos, que incluem o leão, a zebra, o leopardo, o macaco, o babuíno, o hipopótamo e o antílope. Hoje a maior parte deles podem ser encontrados em reservas naturais.

No mesmo recipiente usado para a realização dos anteriores jardins em miniatura e aproveitando algumas plantas, posemos mãos à obra, para a realização de mais este jardim.

Esta nossa Paisagem Africana em miniatura, encontra-se actualmente em exposição na nossa escola.

Fonte: http://www.voyagesphotosmanu.com/fauna_africa_do_sul.html


Trabalho elaborado por: Alexandre Galinha, nº 2; António Sales, nº 4; Francisco Nascimento, nº 14 e Ricardo Nascimento, nº 24 - 7H.

segunda-feira, 28 de março de 2011

Um Jardim Equatorial em Miniatura


Como o 2º Período é longo nós, grupo dos Jardins em Miniatura resolvemos fazer além do Jardim Jurássico, um Jardim Equatorial.


Primeiro efectuámos como é nosso costume, uma pesquisa relativamente às características da paisagem equatorial, bem como das espécies vegetais e animais características dessa zona do planeta.


A partir das nossas pesquisas e estudos efectuados, ficámos a saber que a temperatura da região equatorial é quente durante todo o ano, com um clima muito húmido e de grande precipitação anual.


Estas condições quentes e húmidas são as ideais para o crescimento das plantas pelo que a vegetação é densa e variada. Assim, a paisagem equatorial tem como principal característica, a grande densidade de vegetação, com plantas de médio e grande porte, em especial nas regiões húmidas e de baixa altitude, como a que queríamos representar.



O solo das florestas equatoriais é considerado fraco devido ao processo de desmatação, que nos últimos anos tem ocorrido, porém ele só é fértil quando se tem muita matéria orgânica fornecida pela própria vegetação.


Nas florestas há uma predominância de animais de pequeno e médio porte, porém na Amazónia podemos encontrar onças, peixes-boi, macacos, antas, botos e até mesmo sapos e rãs, em lagos ou perto de rios ou pântanos.


Este nosso último jardim construído por nós com enorme prazer, está em exposição durante uma semana num dos expositores da nossa escola.


Trabalho elaborado por: Alexandre Galinha, nº 2; António Sales, nº 4; Francisco Nascimento, nº 14 e Ricardo Nascimento, nº 24.

sexta-feira, 18 de março de 2011

Um Jardim Jurássico em Miniatura


Durante o 2º Período, nós o grupo dos Jardins em Miniatura, escolhemos fazer um Jardim Jurássico.

Primeiro efectuámos uma pesquisa relativamente às características da paisagem jurássica, bem como as espécies vegetais características dessa época.

A fase final do período dos dinossauros viu o surgimento da floração das plantas. Estas plantas modificaram-se e resultaram em grupos extremamente diversificados que dominam as paisagens dos dias de hoje.

Entre as mais antigas plantas com flores temos as magnólias, os loureiros, os espinheiros e as palmeiras. Como estas plantas são de grande tamanho resolvemos usar cactos de várias espécies e alguns ramos de árvores com folhagem espinhosa.

Os animais eram como é evidente os dinossáurios e por isso vários de nós trouxeram miniaturas que tínhamos das nossas brincadeiras infantis.


No mesmo recipiente usado para a realização do Far West em Miniatura e aproveitando quase todas as mesmas plantas, posemos mãos à obra.


Este jardim depois de construído por nós, esteve em exposição durante duas semanas num expositor da nossa escola.


Trabalho elaborado por: Alexandre Galinha, nº 2; António Sales, nº 4; Francisco Nascimento, nº 14 e Ricardo Nascimento, nº 24.

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Jardins em Miniatura - Um Far West em miniatura

Nós o grupo dos Jardins em Miniatura, da turma do 7º H, em Área de Projecto, escolhemos realizar vários jardins em miniatura, durante o ano lectivo.
Aquários, garrafas, garrafões, jarras ou qualquer outro recipiente de vidro transparente podem ser reciclados e transformados num lindo jardim em miniatura. Esta é uma maneira fácil, divertida e económica de decorar a casa.
Deverá escolher-se um bom recipiente de vidro transparente. A escolha do recipiente deverá recair  num objecto suficientemente grande que permita que as plantas cresçam à vontade.

O recipiente escolhido por nós, foi um velho e grande aquário, que já existia na nossa escola. O nosso primeiro jardim realizado no primeiro período, foi um Far West em Miniatura, que esteve em exposição num expositor fechado da nossa escola e que aqui se apresenta.

Para a realização deste minijardim começou-se por procurar na internet uma imagem característica do "Far West", para a partir dela se realizar o nosso primeiro jardim em miniatura. Depois foi iniciar o trabalho.

Primeiro limpar e secar o recipiente escolhido antes de o utilizar. Arranjou-se em seguida uma colher e palitos de churrasco ou pauzinhos chineses e arame para conseguir elaborar um conjunto de objectos que facilitaram a tarefa de criação do jardim.
Há uma série de instrumentos simples que se podem usar. Para fazer uma pá, usa-se uma colher de chá que se prende a um palito ou pauzinho com um pedaço de arame; para calcar a terra, poderá usar-se um carrinho de linhas fixo na extremidade de um palito; para pinça podem-se utilizar dois palitos de churrasco ou dois pauzinhos chineses; para podar, nada melhor que prender um canivete  também a um palito ou uma tesoura; e se o recipiente for largo, podem-se usar as mãos e uma colher.
As plantas a escolher deverão ser pequenas e de crescimento lento, como é o caso dos fetos e dos cactos e com requisitos semelhantes, especialmente em termos de necessidade de água. Após a selecção das mesmas, faz-se um estudo do modo como se deseja que as plantas sejam colocadas no recipiente, de modo a harmonizar tamanhos e cores e assim criar um arranjo interessante.

Depois, é só iniciar o trabalho: Começa-se por colocar seixos e areia na base do recipiente. Isto irá criar uma boa drenagem, impedindo assim a criação de fungos. Adiciona-se em seguida pedaços de carvão, que irão eliminar o cheiro causado pela decomposição que irá ocorrer no interior. Por fim, cobrem-se todas estas camadas com cerca de 7 cm de terra.
Usa-se a pá ou a mão para alisar a superfície e depois faz-se um buraco fundo para colocar a primeira planta. Começa-se por plantar junto ao vidro e só depois se trabalha o centro. Antes de se colocarem no recipiente, retiram-se as plantas do vaso de origem, limpam-se as raízes do excesso de terra e introduz-se a planta no buraco previamente feito, com a ajuda da mão, uma colher ou pinça. Repete-se este processo para todas as plantas e, no fim, calca-se com o carrinho de linhas ou com a mão e rega-se com um pulverizador.
Depois, é só escolher um local com luz para colocar o pequeno jardim que se criou e apreciar a obra.


Trabalho elaborado por: Alexandre Galinha, nº 2; António Sales, nº 4; Francisco Nascimento, nº 14 e Ricardo Nascimento, nº 24.